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Alguns anjos não possuem asas, Possuem quatro patas, um corpo
peludo, nariz de bolinha, orelhas de atenção, olhar de aflição e
carência. Apesar dessa aparência, São tão anjos quanto os outros
(aqueles com asas) e se dedicam aos seus humanos tanto quanto qualquer
anjo costuma dedicar-se.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Adoramos brincar no quintal, filk até arriscou uma lutinha com Tigrão, Docinho aproveitou para cochilar eu Sofie e abelinha curiosas como sempre observamos as travessuras



Pincipais erros cometidos na adoção do primeiro gato



Eu sei, somos irresistíveis, principalmente quando somos pequeninos e fofinhos… Mas, atenção, o facto de sermos super-giros não é razão suficiente para nos adoptar (que pena!), até porque levar um gato para casa requer tempo, um compromisso a longo prazo e alguma disponibilidade financeira. Para não tornar a adopção da sua primeira bola de pêlo num pesadelo, preste atenção!

Adoptar impulsivamente!

Não adquira um gato porque hoje acordou e lembrou-se que seria giro ter um felino lá em casa para lhe fazer companhia. A intenção pode até ser boa, mas quando as tarefas diárias se instalarem não me pode devolver com o fez com aquele casaco que afinal não era tão bonito assim. Há que namorar a ideia e até o gato… não é isso que faz com qualquer aquisição importante? Pesquise o assunto, fale com amigos e familiares para ter uma ideia real sobre aquilo no que se vai meter! Não se esqueça que podemos viver muitos e longos anos. Está realmente preparado para assumir esse compromisso e todas as responsabilidades inerentes? Se me adoptar num impulso, provavelmente fê-lo porque não pesquisou, nem pensou o suficiente, o que implica que vai ter de aprender muito em pouco tempo. E esse é um cenário que pode dar certo, mas que também pode dar para o torto… e depois? Vai mandar-me embora sem mais nem menos? Meow…

Levar o primeiro que derreta o seu coração!

O gatinho mais bonito ou mais pequenino nem sempre será o melhor companheiro para a próxima década! Existem alguns truques para “descobrir” o felino mais sociável: se quando pegar nele ao colo ele tentar fugir de imediato, tente fazer festinhas a outro, de preferência um que não se importe de estar nos seus braços! Pode ainda tentar uma simples brincadeira com uma pequena bola para ver se o gato vai atrás dela pronto para a brincadeira! Acho que não vai querer levar para casa uma bola de pêlo que é apenas isso mesmo e que fica a olhar para “ontem que já passou”! Se não quiser um gatinho com tanta energia, os gatos adultos são sempre uma boa opção, afinal de contas são mais maduros e têm mais experiência com os humanos! No entanto, mesmo com os mais velhos, faça o teste do colo… qual o interesse em ter um felino que não se sinta bem nos seus braços? É a melhor coisa do mundo…

Separação precoce!

Se optar por um gatinho, o melhor é não separar-me da minha mãe antes do tempo, ou seja, até eu estar desmamado. Se o fizer, vai ter maiores dificuldades em educar-me… depois não diga que não avisei!

Não estar preparado para abrir os cordões à bolsa!

Para começar, e estamos a falar desde o minuto em que passo a ser seu, vou precisar de: uma caixa de transporte, um cesto para dormir, a minha liteira (privada de preferência!), o meu próprio comedouro e bebedouro, alimentação de qualidade e adequada à minha idade. (Não sei cozinhar, mas gostava de saber como é que o Garfield desenrascava aquelas lasanhas…). Não se esqueça do pente, do corta unhas e dos brinquedos! As necessidades básicas de qualquer ser vivo também se aplicam no nosso universo!

Tratar-me como um humano!

Sou um gato, um felino, uma bola de pêlo mas tenho necessidades muito específicas! Isto quer dizer que tem de evitar utilizar comigo, ou em qualquer parte do meu corpo, coisas como corta unhas, pentes, champôs, sabonetes, comidas e outros artigos destinados exclusivamente aos humanos. Deixe-me viver como um gato!

Descuidar-se com os cuidados felinos!

As responsabilidades associadas a ter um gato em casa são várias e quase todas relacionadas com a minha higiene e saúde, ou seja, de extrema importância! À alimentação equilibrada junta-se o banho com alguma moderação, olhos e orelhas limpas, unhas cortadas, dentes saudáveis e pêlo brilhante. Ah, a melhor parte: uma liteira asseada e sem odores. Vai dar algum trabalho mas, em compensação, vou ser o maior “gato” ou “gata” do bairro.

Não ter uma casa à prova de gato!

A curiosidade matou o gato e por algum motivo foi. Eis algumas dicas para evitar acidentes e lágrimas desnecessárias: tape as tomadas de electricidade, esconda os fios eléctricos, mantenha bem guardados os medicamentos, sacos plásticos, objectos pequenos (elásticos, agulhas, etc.), produtos de limpeza, pesticidas, herbicidas e raticidas. Assegure que as tampas das sanitas e dos caixotes do lixo estejam sempre fechadas. Tenha cuidado com os pequenos electrodomésticos aos quais conseguimos chegar com um simples pulo: torradeiras, sanduicheiras, ferros e máquinas de café, entre outros.

Deixar-me à solta!

Há que deixar-me viver a minha vida (neste caso as sete!) e desfrutar da beleza (e da preguiça!) que é ser um gato, no entanto, isso não implica deixar-me com livre acesso às varandas e/ou ao exterior da casa. O mundo lá fora nem sempre é agradável para os animais de quatro patas: os carros podem ser assustadores, as pessoas podem não ser tão carinhosas como o meu dono e os outros animais podem meter-se comigo ou contagiar-me com alguma doença. Hoje em dia, todos os cuidados são poucos! Se a minha rédea for demasiada curta, não tarda nada estou mais selvagem do que o Indiana Jones e, sinceramente, fiquei com a impressão que queria um gato, não um leão…

Magoar-me!

Atenção! Nós gatos exigimos ser tratados com o devido respeito e não como um brinquedo ou peluche qualquer. Deve evitar atitudes como pegar em mim pela cabeça, puxar-me pela cauda ou pelas patas dianteiras. Não me acorde quando eu estiver a dormir profundamente porque são durante essas longas sestas que eu desenvolvo e cresço. Se me bater ou gritar comigo quando me portar mal (o que acontece muito, muito de vez em quando!), as coisas podem correr ainda piores. Sei que os humanos conhecem bem a expressão “virar o feitiço contra o feiticeiro” e, em qualquer uma destas situações aqui citadas, o gato pode virar-se contra o dono, o que não seria nada agradável para nenhum de nós. Está tudo explicado não está?

Achar que o Dr. Veterinário é um gasto desnecessário!

Todos sabem que nós felinos somos fortes e saudáveis, mas isso não quer dizer que não precisamos de ir visitar o Dr. Veterinário de vez em quando! Ele conhece-nos por dentro e por fora e deve acompanhar-nos desde as primeiras vacinas (uma vacina mensalmente entre os dois e os seis meses de idade); passando depois para a vacina anual contra várias doenças; e ainda a vacina contra a leucemia felina que devemos levar de três em três anos. Não se esqueça de pedir a análise de controle de parasitas regularmente. Ah, e se não quiser mais gatinhos à sua porta todos os anos, considere a castração, que deve ser feita até aos seis meses de idade. O meu dono marca consultas de rotina e faz exames médicos anuais e a verdade é que eu também preciso. Os cuidados de saúde são indispensáveis para que eu possa viver uma longa e boa vida, por isso, se não estiver disposto ou não puder gastar algum dinheiro numa clínica veterinária, o melhor é não adoptar um gato (pelo menos para já!).

Não ter tempo para mim!

Somos bichos solitários, mas no fundo não queremos viver assim! Contamos com o seu tempo e paciência diárias (se calhar mais do que uma vez por dia!) para nos dar algumas carícias e, claro, muitas sessões de brincadeira. Eu sei que vão haver dias em que chega a casa muito cansado, triste ou até zangado, mas garanto-lhe que comigo no seu colo durante cinco minutos, todo esse stress vai desaparecer! Por favor, não se esqueça de mim!

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Estou ajudando

Ajudando a achar informações, pois meu irmãozinho Filk esta dodói minha mãe esta muito preocupada.

A cada minuto um pouquinho melhor

A vet me disse q não tinha como colocar a sonda, pois ele é um bb. Foi feito cistocentese, retirou 3 seringas de xixi.Os medicamentos q ela receitou estão surtindo efeito, pois ontem +ou - 00:00 hs fez muito xixi tres vezes seguido. E pela madruga fez varias vezes um pouquinho. Nunca fiquei tão feliz por ele ter feito tanto xixi na minha cama rsrsrs. Hj pela manhã ele aceitou a pastinha  (sachê)Urinary. Durante o dia todo eu dei na chuquinha (bati no liquidificador a urinary seca com agua morna e dei na marra. Agora a noite ele quiz ir no quintal e comeu ração seca por conta propria. continua fazendo xixi bem pouquinho toda hora. Tenho dado água na seringa. Os irmãozinhos sabem que ele não esta bem, fazem carinho nele o tempo todo. Tem + ou - uma hora q arriscou uma jogadinha com a bolinha, mas ainda esta muito fraquinho. No momento estão dormindo todos juntos.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Estou preocupada

Meu Filk não amanheceu bem hoje, achei que ele estava com prisão de ventre, mas é mais sério. Levei ele ao veterinário fizemos uma usg(ultrassonorafia), pois havia hipótese da ter engolido algo, o intestino esta ótimo. Na usg foi diagnosticado que a bexiga estava alterada e super cheia, ele não esta fazendo xixi. Já esta medicado. mudei a alimentação para uma especial. O diagnostico foi Cistite aguda. Estou com medo...

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Características dos gatos

O gato é um mamífero que pode viver de 15 a 39 anos. Com eles, sua casa vai ficar livre de ratos, baratas e outros animais, que os gatos se encarregam de eliminá-los, tendo, além disso, uma vida livre, mas sempre voltando para o seu lar. Não precisam tomar banho, pois os gatos possuem a língua áspera, como os demais felinos, que serve para fazer sua limpeza completa.
Muito importante também é ressaltar que aquele "ronquinho" que o gato dá não é asma, como algumas pessoas imaginam. Aquele "ronquinho" (às vezes bem alto) nada mais é do que a forma de o gato se expressar, assim como o cachorro balança o rabo mostrando que está satisfeito com a presença do dono.

O caçador

Os gatos são caçadores naturais; contudo, mesmo que você tente humaniza-lo, nunca conseguirá anular esse comportamento. Os gatos caseiros caçarão mesmo bem alimentados. Desde pequenos, os gatinhos já brincam como caçadores. Brinque sempre que possível com o seu gatinho. Se o seu gato chegar em casa com um rato ou um passarinho na boca, e o colocar a seus pés, significa que está contribuindo com os alimentos da casa. O melhor que você tem a fazer é aceitar. Se você o repreender, ele pensará que não foi satisfatório e deverá caçar novamente, tentando agradar-lhe.

Personalidade

Cada gato tem o seu jeito próprio de ser. Tem aquele que é sempre assustado, aquele paradão, o carinhoso e outros. Há gatos que emitem sons como se estivessem falando, geralmente pedindo comida. Quando o dono não lhe dá importância, viaja freqüentemente, deixando-o sozinho, acaba perdendo a amizade do gato. Só se consegue a amizade do gato, quando seu dono lhe tratar com carinho novamente.

 

Raças de Gatos

Gato Bengal

 

Bengal surgiu do cruzamento de uma espécie de felino selvagem com um gato doméstico. A estimativa é de que haja 30 mil Bengals no mundo. No Brasil já há alguns no Rio de Janeiro. O Bengal é amistoso com as pessoas e se mostra disposto a brincadeiras, mesmo com quem não conhece. Ensinando-o aprende pequenos truques, como deitar, abrir torneira para beber água e saltar obstáculos, e a ser mais educado. A fêmea chega a pesar entre 5,4 a 5,8 kg e o macho entre 6,3 a 6,7 kg.

 

 

Gato Egyptian Mau

Gatos
 de Raça: Egyptian Mau.
 
O "leopardo de sala" do mundo dos gatos domésticos, se distingue por ser a única raça doméstica a ter o corpo naturalmente pintado. Acredita-se que seja uma das raças domésticas mais antigas (1400 a.C.). No Brasil, ainda que raríssima, a raça existe. Quem o trouxe foi a criadora Liane Diehl, em 1995. O Mau tem um grau médio de atividades, é comum que abane insistentemente sua cauda para demonstrar sua alegria. Com pessoas desconhecidas é reservado, mas muito afetuoso com os familiares. Porte médio, a fêmea pesa entre 3,1 a 3,6 kg e o macho entre 3,6 a 4,5 kg.

Gato Himalaia

Os filhotes de Himalaia quando nascem são completamente brancos, sem a marcação na pelagem, que começam a aparecer nos primeiros dias. A intensidade da cor aumenta com o passar do tempo. A parte escura atinge ao redor dos 18 meses. As características físicas que o filhote terá ao se tornar adulto podem ser percebidas desde pequenos, já que as proporções, o formato do focinho, a robustez, o formato e a cor dos olhos costumam manter quando ele cresce.

Gato Korat

De origem tailandesa, é considerado um símbolo de boa sorte no seu país natal. Ainda que a raça seja muito antiga, com manuscritos que indicam sua existência desde 1300, ela só se tornou conhecida a partir de 1959, quando um casal de exemplares chegou ao EUA, em Portland, no Oregon. Eram Nara e Darra, dois Korats que a apreciadora de gatos Jean Johnson ganhou de um amigo tailandês.

No Brasil, não há notícias da raça. O comportamento da raça, em geral, é comparado ao estilo normalmente associado aos cães: obediente e participativo. São facilmente treináveis, muitos buscam e trazem objetos, andam de coleira e respondem a chamados verbais do dono. Via de regra são sociáveis com gente desconhecida e se adaptam facilmente ao ambiente, mas são menos predispostos a ficar muito tempo sozinhos. Porte médio para grande. A fêmea pesa entre 3 e 4,5 kg e o macho pode chegar a 6,7 kg.

Gato Turkish Angorá

Não há notícias da existência da raça Angorá (hoje chamada de Turkish Angorá) no Brasil. O termo Angorá praticamente virou sinônimo de gato peludo.
Por muito tempo se acreditou que os primeiros gatos de pêlo longo a chegar na Europa e se espalhar no Ocidente teriam vindo da cidade de Angorá, atual Ancara, na Turquia. O Turkish Angorá pode ser de diversas cores e o seu corpo é de robustez média.

Cuidados com seu gato

  • Quando você comprar um gato, faça um exame preliminar, que indicará se o gato tem algum problema de saúde.
  • Limpe os olhos com algodão umedecido em água boricada ou água morna (não quente). Use um algodão diferente para cada olho. Não use cotonete para não correr o risco de ferir o animal com a haste.
  • Gatinho. Observe as orelhas do gato em busca de cera excessiva ou uma infecção, o que poderia indicar a presença de carrapatos. Utilize um cotonete (umedecido em óleo de bebê) por orelha, para retirar o excesso de cera e sujeira da cartilagem exterior. Cuidado e não insira o cotonete no canal auditivo!
  • Veja se as gengivas estão inflamadas (gengivas saudáveis são de coloração rosa pálida), veja se há tártaro (uma placa marrom na base do dente), dente quebrado, mau-hálito ou qualquer outro problema. A maioria destes problemas requer cuidado veterinário. Os dentes devem estar brancos, sendo que gatos adultos podem ter dentes ligeiramente amarelados pelo tártaro.
  • Sua barriguinha deve estar cheia mas não muito estufada (caso esteja assim, pode ser sinal de vermes). Observe se há algum sobressalto (pode ser hérnia umbilical), cheque as patas por alguma deformidade.
  • Veja se o gato não está mancando ou com algum outro problema.
  • Sua pelagem deverá ser suave e sem bolas de pêlos embaraçados. Veja se a pele tem caspa ou áreas com falta de pêlos (isso é sinal de micose). Veja também a presença de pulgas (elas deixam pequenos pontos pretos) e outros parasitas.
  • Procure sinais de diarréia ou vermes. O ânus, e a vulva (se for fêmea) devem estar limpos.
  • Apare-as usando um cortador de unhas (trim) ou alicate próprio para unhas de animais. Corte sempre apenas a pontinha da unha, e tenha certeza de que não está atingindo a parte rosada que é extremamente sensível.
  • Dê sempre uma boa alimentação, para seu gato ter sempre muita saúde. Rações secas e úmidas de qualidade poderão ser encontradas nos Pet Shops. Se o gato é filhote use a própria para a idade dele.
  • A água deverá sempre estar disponível, limpa e fresca.
  •  Obs.: Seu gato não tem 7 vidas...! Fale com o veterinário antes de dar qualquer medicamento.

    Companhia

    Os gatos gostam de viver em bandos, quando tiver seu gato, tenha no mínimo dois, para que um possa fazer companhia ao outro. Se já tiver um gato em casa, trate de arranjar outro... ele vai lhe agradecer muito, e você vai ganhar muito com isso também. Cuide bem de seu gatinho e ele lhe dará muito carinho em dobro.

Crônica de Carlos Drummond de Andrade

 

"Um gato vive um pouco nas poltronas, no cimento ao sol, no telhado sob a lua. Vive também sobre a mesa do escritório, e o salto preciso que ele dá para atingi-la é mais do que impulso para a cultura. É o movimento civilizado de um organismo plenamente ajustado às leis físicas, e que não carece de suplemento de informação. Livros e papéis, beneficiam-se com a sua presteza austera. Mais do que a coruja, o gato é símbolo e guardião da vida intelectual".

 

Doenças Felinas





Apesar das nossas impressionantes sete vidas, a verdade é que há dias em que também nos vamos abaixo. Por vezes, damos bem nas vistas que não nos estamos a sentir a 100%, mas como também somos muito solitários e não vos queremos preocupar, retiramo-nos e sofremos sozinhos, na esperança que aquilo que nos aflige vai passar rapidamente. Claro que isto nem sempre será o nosso melhor remédio, por isso, e como sempre, contamos com os nossos maravilhosos donos para nos manter saudáveis. Esteja atento aos sintomas que lhe vou apresentar –todos têm a ver com as principais doenças que afectam os gatos – e nunca se esqueça da minha consulta anual no Dr. Veterinário.



Peritonite Infecciosa Felina (PIF) 

O que é?
Um vírus que contamina o abdómen, o fígado, rins, cérebro e sistema nervoso, criando, nessas zonas, abcessos e infecções. A transmissão pode ocorrer de duas formas: através do contacto do gato saudável com as fezes de um felino contaminado (por exemplo, se existem vários gatos a partilhar a mesma liteira) ou através da amamentação, em que a gata infecta as suas crias.

Sintomas?
Perda de apetite, emagrecimento, anemia, diarreia, febre constante, abdómen distendido, gânglios linfáticos aumentados (até dá suores frios só de pensar!).

Cura?
Infelizmente, esta é uma doença fatal para nós, não existindo qualquer cura. Uma vez diagnosticada, podemos não viver muito mais tempo. Aqueles que conseguem fazer frente à PIF, podem viver mais dois anos no máximo, com a ajuda de um tratamento de apoio.

 

Vírus da Imunodeficiência Felina (FIV)

O que é?
Afectando exclusivamente os gatos, o FIV é um vírus que diminui drasticamente as nossas capacidades imunitárias, o que proporciona o fácil aparecimento de infecções e outras doenças. É transmitido por um gato infectado, nomeadamente na transmissão de sangue, sendo este género de contacto extremamente frequente durante as “lutas” de gatos onde as nossas “mordidelas” provocam feridas abertas.

Sintomas?
Podemos viver muitos anos (até cinco!) antes de descobrirmos se somos FIV positivos mas, se sintomas como falta de apetite, emagrecimento, febre, diarreia ou dificuldades respiratórias persistirem, é melhor levar-me ao Dr. Veterinário para fazer o teste.

Cura?
Uma vez transmitido, o vírus aloja-se no nosso corpo para sempre. Não existe cura, mas podemos viver uma vida normal e longa, desde que o nosso dono nos proporcione uma alimentação saudável e equilibrada, complementada com suplementos vitamínicos; que assegure que as nossas vacinas estejam sempre em dia, mantendo-se sempre atento à nossa condição física; e, claro, manter-nos dentro de casa (não se preocupe, nós até gostamos!) para não correr o risco de ficarmos doentes e para não podermos infectar nenhum dos nossos conterrâneos.

 

Vírus da Leucose Felina (FeLV)

O que é?
Tal como o FIV, também o FeLV é imunodepressivo, retirando ao nosso sistema imunitário, de forma gradual, a capacidade de se defender contra as doenças ou infecções mais banais, podendo essas ser, muitas vezes, fatais. Para além de um maior risco na contracção de infecções várias, o FeLV está também associado ao desenvolvimento de tumores ou leucemias mortais. Este vírus, que só pode ser transmitido entre gatos, transmite-se pela saliva, lágrimas, urina, fezes ou através do leite, na fase da amamentação.

Sintomas?
A descoberta do vírus do FeLV é normalmente antecedida por sintomas como: perda ou falta de apetite, anemia, diarreia, doença respiratória crónica, infecções crónicas da boca, abcessos persistentes e recorrentes. No entanto, cerca de 25 a 30% dos gatos contagiados rejeitam o vírus, evitando assim a infecção; aproximadamente 30% mantém uma concentração elevada do vírus no sangue, com o risco de contrair linfoma ou outra doença associada ao FeLV; os restantes 40% desenvolvem uma infecção que acaba por passar, mas tornam-se portador do vírus, que poderá ser facilmente activado se o nosso sistema imunitário estiver debilitado ou exposto a outras doenças. Tenho o pêlo todo em pé só de pensar…

Cura?
Não existindo ainda qualquer cura, dependemos dos cuidados paliativos e de alguns cuidados básicos como a boa alimentação e alguns suplementos vitamínicos; evitar o contacto físico com outros animais; não partilhar comedouros, bebedouros, brinquedos e liteiras; e manter-nos dentro de casa. Em média, um portador deste vírus vive dois anos, mas existem estudos que apontam para uma taxa de sobrevivência de três anos e meio para cerca de 83% dos felinos. Entretanto, existe uma vacina contra o FeLV que o seu gato pode e deve levar. Informe-se junto do Dr. Veterinário – nós agradecemos!

 

Síndrome Urológico Felino (SUF)

O que é?
Engloba um conjunto de problemas inflamatórios no sistema urinário dos gatos, nomeadamente a cistite (inflamação da bexiga), a infecção (o sangue, o muco e outros produtos associados à zona inflamada proporcionam a multiplicação de bactérias); urolitiase/bloqueio utretral (a cristalização de minerais e a irritação da bexiga e da uretra provocam a formação de cálculos que podem entupir ou dificultar a saída de urina); uremia (acumulação de detritos intoxicantes no sangue, o que é muito perigoso; a inabilidade de urinar significa a acumulação de urina na bexiga e a incapacidade dos rins eliminarem os resíduos).

Sintomas?
Uma enorme dificuldade em urinar (mesmo pequenas quantidades!) ou a incapacidade de o fazer por completo. Se verificar que não urino no local habitual ou se a minha urina está manchada de sangue, leve-me ao Dr. Veterinário! No caso da uremia, existem ainda outros sintomas – depressão, vómito, fraqueza e colapso – que podem levar ao coma ou à morte.

Cura?
Sendo uma doença bastante comum nos gatos, é facilmente tratada (uuuffff!), a começar pela administração de medicamentos adequados e que o Dr. Veterinário receitará. Só em casos extremos é que posso necessitar de uma intervenção cirúrgica (desde que me vá visitar!). Para evitar o SUF por completo, bastam alguns cuidados simples: uma alimentação salutar, rações de elevada qualidade, a ingestão de muita água, ambientes anti-stress e anti-doenças.

 

Diabetes

O que é?
A diabetes é uma doença causada pelo aumento da quantidade de glicose sanguínea, ou seja, de açúcar no sangue. No entanto, é melhor definida como a incapacidade do pâncreas de produzir insulina, a hormona que regula os níveis de sangue no açúcar. À medida que a glicose se vai acumulando, e na falta da preciosa insulina, o organismo tenta eliminá-la das mais variadas formas e aí surgem os diferentes sintomas. Para além da predisposição genética, a diabetes ataca principalmente os gatos obesos.

Sintomas?
Normalmente, esta doença evidencia-se nos gatos a partir dos seis anos de idade, manifestando-se através de uma sede excessiva, o que os leva a urinar muito mais do que o habitual; juntamente com a perda de peso, apesar do seu apetite normal, que entretanto pode ter aumentado.

Cura?
Como em qualquer situação relacionada com a saúde, quanto mais cedo for detectada a doença, mais depressa se começa a tratá-la convenientemente. Felizmente para nós (e para vocês também!) a diabetes é uma condição que pode ser perfeitamente controlada! Como? Vou ter de tomar insulina e seguir uma dieta específica durante o resto da minha vida. Se me ajudar, eu consigo!

 

Obesidade

O que é?
Um em cada dez gatos é obeso, ou seja, tem peso a mais (terá a ver com a dupla comer e dormir!?) e as causas são várias: vida sedentária, muitas guloseimas e restos de comida na alimentação, deixar o prato de comida sempre à nossa disposição, o dar de comer entre refeições ou cada vez que nós pedimos (sim, sabemos fazer isso melhor que ninguém!).

Sintomas?
Este desequilíbrio nutricional que depressa se evidencia através da acumulação de gorduras indesejadas e pouco saudáveis, pode ter efeitos nocivos a longo prazo: diabetes, problemas pulmonares, dificuldades cardíacas, problemas locomotores e articulares. E qualquer uma destas doenças diminui drasticamente a nossa esperança de vida (nem as outras seis vidas nos podem salvar aqui!).

Cura?
Não há outro remédio senão incutir bons hábitos no quotidiano do seu felino… não sei se gosto muito do que estou a ler, mas como diz o outro: “primeiro estranha-se depois entranha-se”! Estabelecer um horário fixo para as refeições, que devem ser apenas duas por dia; e incentivar os gatos a brincarem e a algum exercício físico regular.
 

Regras básicas para gatos que têm uma casa para governar

1. Introdução

O que se segue, é um manual de orientações para os gatos ocupados que têm uma casa para administrar, após adotar um ou mais humanos.

É claro que não dá para lembrar de todas as situações possíveis, pois os humanos estão sempre prontos a fazer todo tipo de travessuras, mas os autores e colaboradores deste manual se esforçaram para lembrar de uma larga variedade de tópicos. É importante que este documento nunca caia nas mãos de humanos, que sem dúvida nenhuma usariam este guia em benefício próprio.

2. Comida

A fim de conseguir energia para dormir, brincar, e atrapalhar, um gato precisa comer. Comer, no entanto, é apenas metade da brincadeira. A outra metade é conseguir comida. Gatos têm dois modos de obter alimento: convencer um humano de que você está morrendo de fome e que precisa ser alimentado *JÁ*; ou caçar comida sozinho.

A seguir estão algumas orientações para ser alimentado:


Enquanto os humanos estiverem comendo, assegure-se de deixar a pontinha do seu rabo no prato deles quando não estiverem olhando;
Nunca coma comida de sua própria tigela se puder roubar alguma coisa da mesa;
Nunca beba de sua tigela d'água se o copo de um humano estiver suficientemente cheio para beber. Se um humano pegá-lo e mandá-lo sair, afaste-se um pouco e assim que ele se distrair volte e beba um pouco mais (a menos que ele tenha jogado a água na pia, claro). Veja também ÁGUA;
A melhor hora para informar os humanos de que sua tigela está vazia é quando eles estiverem incapazes de ignorá-lo, por exemplo: quando estiverem dormindo ou estiverem no banheiro, ou se você estiver no colo dele. Se você insistir em acordar um humano no que eles consideram "horário ridiculamente cedo" para ter seu café-da-manhã,esteja avisado que o humano preferirá ignorá-lo ao invés de dar o café da manhã. Leia "COMO ACORDÁ-LOS". Se você está instalado em um colo, seja extra amigável, ronrone e dê cabeçadas carinhosas. Assim que conseguir atenção do humano, corra para sua tigela,e mie até ter certeza de estar sendo notado;
Se você tiver que pegar algum alimento fora de casa, é melhor saber algumas coisinhas. Seja sempre insistente, sua comida geralmente não será muito educada e tentará escapar. Se você se sentir incomodado em comer o que acaba de caçar, seja atencioso e não desperdice; pode ser um maravilhoso presente para os humanos! Pegue cuidadosamente e leve para a casa dos humanos e se a porta estiver fechada, deixe no degrau de entrada. Se a porta estiver aberta, ou tiver uma porta especial para gatos, leve para dentro e deixe em um lugar bem visível. O presente será mais bem vindo ainda se estiver vivo! Pássaros vivos e camundongos são os melhores presentes, pois os humanos, assim como você, adoram brincar de pega-pega, mas esteja atento para nunca ajudá-los, afinal de contas o presente é deles!
Pedacinhos de comida da mesa são iguarias que os humanos infelizmente relutam em dividir. Implorar por comida está além da Dignidade de um Gato, apesar de formas inferiores de vida, como cães, fazerem isso, mas existem diversas formas de assegurar que os humanos não esqueçam de sua existência. Entre elas estão, (mas não apenas): pular no colo do humano mais bondoso e ronronar alto; deitar-se de comprido entre as portas da cozinha e sala de jantar; ficar encarando-o de frente, enroscar-se nas pernas das pessoas e miar alto enquanto elas estão sentadas; deixar as patas em cima das pernas dos humanos e miar para que eles não se esqueçam que você continua interessado.
Café é conhecido pelo seu poder de revitalizar gatos e humanos. Quando um humano deixar um copo de café no chão, ao seu alcance, ele/a está mostrando grande respeito e camaradagem. Assopre o líquido divino até que esfrie um pouco (você pode até por uma patinha dentro para ter certeza da temperatura) e então beba-o.
Ocasionalmente haverão desacordos sobre o que os humanos julgam comestível. A ação correta, se o objeto em questão for repulsivo demais para ignorar, é enterrá-lo. Cave o chão e tente puxar coisas para cobrir o item ofensivo. Isto informa ao ignorante humano que aquilo realmente merecia o latão de lixo.
Se você roubou algo que não devia do lixo, (quanto mais gorduroso melhor), lembre-se de arrastá-lo para o tapete, aonde o cheiro pode ser localizado e desfrutado por diversos dias mesmo depois de limpo. Não se esqueça de rosnar se um humano tentar levar embora seu prêmio.


3. Água

Água (também conhecida como Solvente de Gato) seria realmente legal, se não fosse tão molhada! Torneiras gotejantes são as melhores fontes de água fresca da casa. Vasos sanitários são os segundos melhores (mas a água dentro deve ser INCOLOR e não deve conter NADA!) Portanto é imperativo que qualquer som de água correndo seja imediatamente investigado para se obter uma bebida de graça. A banheira é o melhor lugar para se esconder em um banheiro quando um humano estiver presente. Um ou dois miados queixosos e talvez uma lambida na torneira costumam fazer com que os humanos abram-na para você. Se a porta do banheiro estiver fechada, será necessária uma entrada barulhenta (veja PORTAS). Sua tigela de água deverá ser usada somente caso os humanos tenham deixado a tampa do vaso abaixada e a torneira e a banheira estiverem secas.

Se um humano tiver um copo de líquido cheio até a boca, imediatamente coloque seu rosto no copo. Se a boca do copo for muito estreita, mergulhe a pata no líquido, mexa um pouco e faça o teste de gosto. Você pode ficar agradavelmente surpreso ao encontrar cerveja ou até mesmo leite! De qualquer forma, se o líquido for bom, continue a provar, mas apenas enquanto seu humano estiver distraído.
Algumas das melhores águas são ornamentadas com aqueles cubos duros, frios que bóiam e aparecem/afundam quando pressionados de leve. Se seu humano protestar, lamba as gotinhas condensadas do lado de fora do copo.

4. Dormir

Como mencionado acima, a fim de ter energia suficiente para brincar, um gato precisa ter bastante horas de sono. Geralmente não é difícil encontrar um local confortável para se enroscar. Qualquer lugar no qual um humano goste de sentar é bom, especialmente se contrastar com a cor do seu pêlo. Se for perto de um raio de sol, ou duto de calor, muito melhor. Claro, bons lugares também existem do lado de fora, mas têm a desvantagem de estarem sujeitos a condições climáticas atuais e posteriores como chuva, por exemplo. Janelas abertas são uma boa alternativa.
Roncar não é privilégio exclusivo dos humanos - se o gato estiver dividindo a cama com dois humanos, o gato bem treinado pode fazer com que um dos humanos seja acusado / acotovelado / esbofeteado em seu lugar:
Se seus humanos não o deixam entrar no quarto à noite, faça com que eles sofram por isto. Mesmo que eles lhe dêem uma sala quentinha e legal para dormir, com uma porta-de-gato para o mundo externo, não é bom o bastante. Há diversas formas de se mostrar desaprovação.
Emporcalhe a sala que eles lhe deram para dormir. Afinal de contas eles não dormem ali, por que você deveria?
Brigue barulhentamente com outros gatos da vizinhança, bem debaixo da janela do quarto deles. Certifique-se de aparecer pela manhã com o máximo de cicatrizes novas quanto for possível. Passe algum tempo treinando uma expressão de: "Bem, eu não teria todos estes hematomas se vocês simplesmente me deixassem dormir no quarto de vocês à noite...".

Quando eles finalmente levantarem e forem tomar banho, ache o cano de esgoto certo e dê uma boa miada dentro. O som amplificado e distorcido do "Miau" certamente vai surpreendê-los - assim como o máximo tempo que você conseguir fazer isto sem ficar rouco.
Quando eles finalmente descerem as escadas e chamarem por você, recuse-se a usar a porta-dos-gatos para entrar em casa. Existe uma porta da frente perfeitamente boa que eles podem abrir. É claro que se eles se adiantarem abrindo a porta da frente e chamarem, ignore-os. Só apareça na porta de entrada e mie quando eles fecharem-na de novo.

COM AMOR E DEDICAÇÃO É POSSÍVEL

Gatinhos recém-nascidos que têm a mãe natural


Se tem uma ninhada de recém nascidos acompanhada com a gata mãe, grande parte das suas preocupações estão resolvidas. A gata mãe vai fazer tudo o que estiver ao seu alcance para que os gatinhos se possam desenvolver.

Um gatinho recém-nascido tem poucas probabilidades de sobreviver se não lhe forem providenciados cuidados específicos, seja pela sua mãe natural, por uma mãe gata adoptiva ou por uma mãe humana substituta.

Os gatinhos bebés são seres muito frágeis e até mesmo quando a ninhada está acompanhada pela mãe é necessário ter o cuidado de observar o crescimento das crias.

A maioria das ninhadas cresce rapidamente nas primeiras semanas, mas caso note alguma diferença em relação a uma das crias, é fortemente aconselhável que contacte com o seu médico veterinário, para que a gata mãe e todos os filhotes sejam observados, já que pode existir algum problema com o leite, quer quanto à quantidade, quer mesmo quanto à sua qualidade, que possa estar a pôr em risco, a vida dos bebés.

Não se esqueça de providenciar uma alimentação rica para a gatinha e de lhe proporcionar as condições de conforto e de tranquilidade que ela merece.

Gatinhos recém-nascidos órfãos

Não é fácil, vai implicar muita dedicação e disponibilidade, mas quem já o fez, sabe o quanto é gratificante e enriquecedor quando se consegue que alguns destes pequeninos animais se desenvolvem e transformem em lindos e saudáveis bichanos, prova viva de que é possível contrariar a crueldade e perversidade de alguns humanos (é verdade que por vezes acontece algum acidente com a gata mãe, mas infelizmente a experiência mostra-nos que a maior parte dos casos tem origem no abandono de ninhadas indesejáveis).

Se encontrou gatinhos órfãos com poucos dias de vida, a primeira coisa que deve fazer é tentar mantê-los quentes enquanto tenta contactar com um veterinário. Enrole os gatinhos em cobertores e coloque-os dentro de uma caixa ou cesto, onde possam estar bem acondicionados. Tenho cuidado para que eles não sufoquem: é necessário que a caixa não fique fechada e que o ar circule.
Se o tempo estiver frio, pode ter que colocar uma botija de água quente por baixo dos cobertores, mas de forma a que o calor não queime os gatinhos.

Gatinhos recém-nascidos que têm a mãe natural

Se tem uma ninhada de recém nascidos acompanhada com a gata mãe, grande parte das suas preocupações estão resolvidas. A gata mãe vai fazer tudo o que estiver ao seu alcance para que os gatinhos se possam desenvolver.

Um gatinho recém-nascido tem poucas probabilidades de sobreviver se não lhe forem providenciados cuidados específicos, seja pela sua mãe natural, por uma mãe gata adoptiva ou por uma mãe humana substituta.


Os gatinhos bebés são seres muito frágeis e até mesmo quando a ninhada está acompanhada pela mãe é necessário ter o cuidado de observar o crescimento das crias.


A maioria das ninhadas cresce rapidamente nas primeiras semanas, mas caso note alguma diferença em relação a uma das crias, é fortemente aconselhável que contacte com o seu médico veterinário, para que a gata mãe e todos os filhotes sejam observados, já que pode existir algum problema com o leite, quer quanto à quantidade, quer mesmo quanto à sua qualidade, que possa estar a pôr em risco, a vida dos bebés.

Não se esqueça de providenciar uma alimentação rica para a gatinha e de lhe proporcionar as condições de conforto e de tranquilidade que ela merece.
Gatinhos recém-nascidos órfãos

Não é fácil, vai implicar muita dedicação e disponibilidade, mas quem já o fez, sabe o quanto é gratificante e enriquecedor quando se consegue que alguns destes pequeninos animais se desenvolvem e transformem em lindos e saudáveis bichanos, prova viva de que é possível contrariar a crueldade e perversidade de alguns humanos (é verdade que por vezes acontece algum acidente com a gata mãe, mas infelizmente a experiência mostra-nos que a maior parte dos casos tem origem no abandono de ninhadas indesejáveis).

Se encontrou gatinhos órfãos com poucos dias de vida, a primeira coisa que deve fazer é tentar mantê-los quentes enquanto tenta contactar com um veterinário. Enrole os gatinhos em cobertores e coloque-os dentro de uma caixa ou cesto, onde possam estar bem acondicionados. Tenho cuidado para que eles não sufoquem: é necessário que a caixa não fique fechada e que o ar circule.
Se o tempo estiver frio, pode ter que colocar uma botija de água quente por baixo dos cobertores, mas de forma a que o calor não queime os gatinhos.

Tudo o que possa ler não subsistitui a deslocação ao veterinário, que observando os gatinhos lhe dirá exactamente como proceder.

A ida ao veterinário é urgente e não pode deixar para o dia seguinte: um gatinho pode morrer em menos de 24 horas.

Naturalmente que o ideal é tentar encontrar uma gata mãe que tenha tido filhotes e que aceite o(s) gatinho que encontrou. Nestes casos, se aninhada for muito grande, o mais certo é que seja necessário compensar com alguns biberões, porque o leite da mãe pode não ser suficiente, sobretudo para os mais frágeis da ninhada.

Mas encontrar uma gata mãe adoptiva não é a situação mais frequente, por isso, prepare-se para ser mãe substituta durante os 2 primeiros meses de vida dos bichanos (caso fique com algum, esse será o papel de uma vida).

É impossível salvar um bebé que não lhe der a alimentação adequada com a periodicidade também adequada, normalmente de 3 em 3 horas.
Não pode pensar que basta dar-lhe qualquer comida que encontra no supermercado,tem que se dirigir a um veterinário para aconselhamento e para aquisição da alimentação correcta.

Ao contrário do que muita gente pensa, o leite que os humanos ingerem é prejudicial à saúde do gatinho e pode matá-lo.Tem que dar-lhe leite próprio, que na fase inicial da vida do gatinho, não pode ser o leite que existe nos supermercados, mas sim um verdadeiro substituto do leite da mãe, que existe à venda em casas especializadas de produtos para animais ou veterinários.

Assim, será necessário dar biberão aos pequenos gatinhos mais ou menos de 3 em 3 horas, nas quantidades que lhe serão indicadas pelo veterinário e que constam das instruções que acompanham as embalagens de leite.

Caso o veterinário aconselhe, também pode dar alguns complementos alimentícios para um crescimento saudável, por exemplo vitaminas e cálcio.

A partir da quarta semana, os gatinhos começam a ganhar os primeiros dentes é nesta altura que é possível começar a introduzir ração para iniciar o processo de transição entre o leite e outro tipo de alimentação.

A fase de mudança do tipo de alimentação deve ser feita gradualmente, com muito cuidado e atenção. Nunca pode ser feita de forma brusca, porque o organismo do gatinho pode não aceitar bem e provocar por exemplo diarreias, que podem ser mortais nesta fase da vida.

Os gatinhos possuem estômagos pequenos, portanto é essencial que sejam pouco alimentados mas com muita frequência. À medida que eles crescem, as refeições aumentam em quantidade e podem tornar-se menos frequentes.

Com 6/8 semanas o gatinho come com autonomia. Se for saudável, não tem que ter nenhuma preocupação especial, deve proporcionar-lhe comida de gato adequada, ter sempre disponível água fresca e estar disponível para lhe dar atenção nas brincadeiras e na troca de mimos.

Nesta altura pode sentir-se descansado: a fase critica foi ultrapassada e conseguiu salvar um gatinho da morte.

A alimentação é determinante, mas não é o único factor a ter em conta neste processo. Outros cuidados e atenções se impõem:

• Minimize o stress do(s) gatinho(s): naturalmente que eles sofrem com a separação da mãe (e se tiver ficado apenas um gatinho, ele vai sentir-se muito só); tente colocar o gatinho num sitio tranquilo, e evite mudanças;
• Prepare uma caminha confortável, num lugar que tenha temperaturas amenas.
• Se os gatinhos tiverem cerca de 2 semanas, pode colocar logo um tabuleiro baixinho, com areia própria, para que ele possa tentar fazer as suas necessidades; pode acontecer que nos primeiros dias ainda exista alguma dificuldade em acertar no sítio certo, mas verá que sem esforço nenhum o gatinho começa a utilizar a areia.
• Deve ter o cuidado de observar se o gatinho está a fazer as necessidades fisiológicas com regularidade e normalidade, caso verifique alguma anomalia deve ir de imediato ao veterinário.
• Relativamente às necessidades fisiológicas do jovem gatinho, há algo da maior importância e que em regra não é do conhecimento das pessoas, mesmo de muitas que possuem gatos: os gatinhos pequenos só fazem as necessidades quando são estimulados pelas lambidelas da mãe. Por isso vai ter que substituir a gata mãe nessa função: com um pequeno algodão embebido em água morna, massaje a barriguinha do gatinho (o veterinário poderá explicar-lhe correctamente como o fazer). Desta forma, até aproveita para limpar alguns resíduos de leite (e mesmo fezes e urina) que se tenham agarrado ao pelo do seu protegido. Os gatinhos gostam destas massagens e geralmente ronronam. Este é também um momento em que deve falar carinhosamente com o pequenino, que se vai socializando e aprendendo a amar os humanos.
• Não se esqueça de limpar com regularidade os cobertores e panos em que os gatinhos estão, porque eles vão sujá-los enquanto não souberem utilizar o caixote (em regra, o caixote funciona às 3 semanas de vida).
• Não junte os gatinhos a outros gatos que tenha em sua casa: em primeiro lugar porque não sabe se o novo habitante é ou não portador de alguma doença e em segundo lugar, tem que perceber que os gatos residentes irão reagir mal ao novo habitante, pois este está a evadir o espaço já devidamente conquistado e delimitado.
Portanto terá que os manter separados pelos menos durante 3 a 4 semanas. Depois deste período fará a integração dos gatos de forma gradual, deixando que se aproximem, que se cheirem e que dividam o espaço entre eles.
• Não se esqueça que os gatinhos adoram brincar e quando começarem a abrir os olhinhos e deixarem de dormir 23 horas por dia, vão ocupar o tempo que estiverem acordados brincando com tudo o que tiverem à frente. Ver um gatinho brincar é algo delicioso. Não se esqueça de lhe proporcionar 2 ou 3 brinquedos.
• Se o gatinho que levou para casa já for um pouco maiorzinho, pode acontecer que ele se esconda no início, pois está assustado e procura desesperadamente segurança. Mas normalmente passados 2 ou 3 dias a aproximação acontece e verá que tudo se resolve com muitas festinhas e uns ronrons.


Parece claro que a sobrevivência de um gatinho recém-nascido não é fácil, exige muita dedicação e carinho e um bom aconselhamento médico.

Se o seu 6º sentido lhe disser que alguma coisa não está normal com o gatinho, não hesite em contactar o veterinário: poderá estar a salvar-lhe a vida.

Amor e atenção permanentes são a chave para a sobrevivência de gatinhos órfãos

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Gêmeos?

Raiva


O que é?

A raiva é uma doença que acomete mamíferos, e que pode ser transmitida aos homens, sendo portanto, uma zoonose. É causada por um vírus mortal, tanto para os homens quanto para os animais.

Em alguns países desenvolvidos, a raiva humana está erradicada e a raiva nos animais domésticos está controlada, mas ainda é efetuada vigilância epidemiológica em função dos animais silvestres.

No Brasil, a raiva humana ainda faz vítimas. Mesmo no Estado de São Paulo existem regiões com epizootia (epidemia entre animais), devendo haver, principalmente por parte dos municípios, um melhor desempenho nas atividades de controle da raiva animal.

Descrição:

- é uma zoonose causada por vírus;
- envolve o sistema nervoso central, levando ao óbito após curta evolução da doença;
- todos os animais mamíferos são suscetíveis à doença;
- a imunidade pode ser adquirida através da vacinação.

Modos de transmissão:

A transmissão ocorre quando o vírus da raiva existente na saliva do animal infectado penetra no organismo, através da pele ou mucosas, por mordedura, arranhadura ou lambedura, mesmo não existindo necessariamente agressão.

No Brasil, o principal animal que transmite a raiva ao homem é o cão.

O morcego hematófago é um importante transmissor da raiva, pois pode infectar bovinos, eqüinos e morcegos de outras espécies. Todos estes animais podem transmitir a raiva para o homem.

Forma mais comum de contágio:

- contato com saliva de animais doentes, através de mordeduras, arranhões ou lambeduras em pele lesada ou mucosa.

- Na literatura só há referências de transmissão inter-humana através do transplante de córnea.

- A fonte de infecção é o animal infectado pelo vírus da raiva. Em espaços urbanos, o principal transmissor é o cão, seguido do gato. Em espaços rurais é o morcego.

- Animais silvestres são os reservatórios naturais do vírus, propiciando a contaminação de animais domésticos.

Sinais:

Variam conforme a espécie.

Quando a doença acomete animais carnívoros, com maior freqüência eles se tornam agressivos (raiva furiosa) e, quando ocorre em animais herbívoros, sua manifestação é a de uma paralisia (raiva paralítica).

No entanto, em todos animais costumam ocorrer os seguintes sintomas:

- dificuldade para engolir
- salivação abundante
- mudança de comportamento
- mudança de hábitos alimentares
- mudança de hábitos
- paralisia das patas traseiras

Nos cães, o latido torna-se diferente do normal, parecendo um "uivo rouco", e os morcegos, com a mudança de hábito, podem ser encontrados durante o dia, em hora e locais não habituais.

Evite:

- Tocar em animais estranhos, feridos e doentes.
- Perturbar animais quando estiverem comendo, bebendo ou dormindo.
- Separar animais que estejam brigando.
- Entrar em grutas ou furnas e tocar em qualquer tipo de morcego (vivo ou morto).
- Criar animais silvestres ou tirá-los de seu "habitat" natural.
- Difundir preconceitos ou informações, sem ter certeza da sua veracidade ou sem conhecer a fonte.

O que fazer quando agredido por um animal, mesmo se ele estiver vacinado contra a raiva:

- Lavar imediatamente o ferimento com água e sabão.
- Procurar com urgência o Serviço de Saúde mais próximo.
- Não matar o animal, e sim deixá-lo em observação durante 10 dias, para que se possa identificar qualquer sinal indicativo da raiva.
- O animal deverá receber água e alimentação normalmente, num local seguro, para que não possa fugir ou atacar outras pessoas ou animais.
- Se o animal adoecer, morrer, desaparecer ou mudar de comportamento, voltar imediatamente ao Serviço de Saúde.
- Nunca interromper o tratamento preventivo sem ordens médicas.
- Quando um animal apresentar comportamento diferente, mesmo que ele não tenha agredido ninguém, não o mate e procure o Serviço de Saúde.

HORÓSCOPO FELINO


Você sabe qual é o signo do(s) seu(s) gatinho(s)? Em casa, a Nina e a Missy são geminianas? Veja se você consegue identificar a personalidade de seu(s) felino(s) pelos signos abaixo. Divirta-se!!!
Gatos de Áries - são solitários e algumas vezes você ficará sem vê-lo durante dias porque ele terá ido procurar comida em todas as casas da sua rua, menos na sua. São intolerantes com outros animais de estimação, que eles consideram intrusos. Se você tiver um aquário, deixe-o num local bem protegido de seu gato ariano. À noite você ouvirá seu gato desafiando com seus miados qualquer outro gato que se atrever a invadir seu território. Ele gosta de se meter em brigas e já deve ter aparecido com alguns arranhões, ferimentos e com as orelhas faltando alguns pedaços...
Gatos de Touro - têm olhos bonitos e grandes, e quando jovens vencem com facilidade concursos de beleza felina. Mas, quando ficam mais velhos se tornam mais parecidos com almofadas gordas, cobertas de pelos. Evite dar-lhe comidas especiais, como peixe fresco, pois ele nunca mais vai querer comer outra coisa. São gatos sensuais e encantadores e estarão sempre no seu colo pedindo afagos e carinho.
Gatos de Gêmeos -É difícil que os gatos obedeçam às ordens dos humanos, mas os gatos de Gêmeos são a exceção. Por terem nascido sob o mais comunicativo dos signos, eles parecem entender o que falamos. Você pode achar que ele consegue até responder às suas perguntas com miados! São meio nervosos, hiperativos, e têm ótima visão. São muito brilhantes e aprendem truques facilmente.
Gatos de Câncer - Com a Lua como regente de Câncer, os gatos deste signo têm ainda mais forte a natureza noturna dos felinos. Não se mexem muito durante o dia, mas à noite são extremamente ativos. E eles adoram o som da própria voz! Se você ouvir alguns gemidos na madrugada, deve ser de um gato canceriano. Não são dados a brigas, fugindo delas sempre que possível, e além disso necessitam de constante afeto.
Gatos de Leão - são os mais afortunados das criaturas. Têm boa saúde e muita sorte. A maioria dos gatos leoninos tem pelos longos, mas os de raças de pelos naturalmente longos, como os Persas, são excepcionalmente belos. Diz-se que leoninos bem tratados atraem riqueza e prosperidade, por isso cuide bem de seu gato de Leão. São extrovertidos, sociáveis, leais, constantes e verdadeiros.
Gatos de Virgem - É quase possível escutar um gato de Virgem criticando você. Ele é extremamente exigente e não tolera ser o segundo em nada. Dê-lhe sempre ração da melhor marca, no mesmo prato, no mesmo lugar e na mesma hora todos os dias. São muito higiênicos e passam mais tempo que os outros gatos lambendo-se para se limpar. São péssimos para caçar ratos, pois preferem brincar a matar. Têm tendências a alergias e sua pele sensível pode ter reações a talcos contra pulgas.
Gatos de Libra - nada está bom demais nem pode atender às suas exigências... Ele também é regido por Vênus, por isso não se assuste se às vezes ele parecer um pouco apático: ele provavelmente estará apaixonado (???).
Gatos de Escorpião - geralmente pretos com olhos verdes são os típicos gatos de Escorpião, signo que rege as coisas misteriosas e ocultas. Mesmo que você não acredite nem tenha poderes sobrenaturais, você terá um contato telepático com seu gato de Escorpião. Ele sabe o que você está pensando, pressente o perigo e chega para o jantar bem na hora em que você ia chamá-lo! Eles eram os gatos sagrados adorados pelos egípcios. Ele é mágico e misterioso, e vai lhe trazer sorte e proteção.
Gatos de Sagitário - estão sujeitos aos azares do acaso que freqüentemente fazem com que estejam no local certo, mas na hora errada: somem na hora da comida ou, se tem um gato preso no alto de uma árvore, provavelmente é um sagitariano. Adoram afagos, mas não o sufoque com carinhos: ele simplesmente vai embora, pois preza muito a sua liberdade. Ele às vezes parece metido, porque não gosta de se misturar com os gatos comuns da vizinhança. Seu pelo e bigodes são longos como a crina de um cavalo, e ele é ativo e energético.
Gatos de Capricórnio - Os gatos mais egoístas costumam ser os nativos de Capricórnio. Eles comem sua comida, aceitam seu tratamento e afeição e depois vão embora como se você não existisse. O gato capricorniano não gosta da vida doméstica e está mais adaptado à vida selvagem. Muitos dos gatos perdidos ou abandonados são de Capricórnio. Às vezes não são boa companhia, mas merecem seu carinho, mesmo que você os ache sem graça e ingato...quer dizer, ingrato!
Gatos de Aquário - São excêntricos. Podem preferir chocolate a peixe, ter amigos pássaros e dormir na cama do cachorro. Podem até gostar de tomar banho! Eles não se parecem com nenhum gato que você conheça, a não ser que seja outro aquariano. Eles são independentes e só precisam de você para fornecer-lhes a comida. Por isso, não espere muita afeição deles. Aquarianos de todas as espécies são perfeitos para trabalhar na televisão, e o seu gato não é exceção: ele pode virar o artista da casa!
Gatos de Peixes - É uma mistura de emoções. Ele pode passar por você com seu focinho empinado e o rabo erguido como se estivesse ofendido, e você se perguntará o que fez de errado a ele. Logo depois estará se esfregando em você em busca de carinho. Se ele pudesse falar diria: - eu não sei o que eu quero, mas quero agora! Ele é muito intuitivo e saberá imediatamente se você está feliz ou contrariado. O seu prato predileto? Não era nem preciso dizer: peixe.

Autoria do artigo: desconhecida